O surf é uma atividade muito apreciada, por tamanho contato com a natureza e bem estar. É literalmente um desejo mútuo. Ele nos reúne numa tribo composta por inúmeras culturas que buscam as mesmas necessidades, espiritualidade e satisfação.
Os não praticantes deste esporte tão especial não entendem o porque dele ser tão amado, apreciado e praticado. Pois nós somos impossibilitados de "explicar o inexplicável".
Mas aonde quero chegar definindo o surf desta maneira?
Usarei algumas palavras de Steve Pezman para responder:
"Antes dominado exclusivamente pela juventude, o surfe se expandiu além de todas as fronteiras, passou a ser promovido como esporte extremo, desafiando limites passados, e também envelheceu, amadureceu e se tornou aceito, ainda que de forma banalizada, como atividade popular da cultura ocidental."
Prosseguindo,
com este "up" no mundo do surf, vieram com ele alguns fatores negativos, e irei usar como exemplo o que mais me afeta e deixa indignada: O localismo mal aplicado. Esta hierarquia formada por certo grupo de surfistas em diversos locais que impõem tal subordinação exagerada e muitas vezes perdem a noção do bom senso, com atos de extrema violência e humilhação. Certo dia passei por um caso onde fui meramente agredida verbalmente, por disputar e estar na prioridade com um local. Sem mesmo respeitarem uma menina e o pai presente dentro d´água em um dia de marolas e crowd. Estragando completamente a harmonia e astral do pico e do dia.
Voltemos ao início do texto, tais atitudes coincidem com os fatores citados?
Acredito que possa existir um localismo saudável, que acabe tornando-se positivo para o esporte, onde respeitassem e organizassem os picos com precaução evitando acidentes, e acrescentando paz entre cada um no outside.
Sei que tudo e todos possuem seus lados positivos e negativos.
Mas espero, um dia quem sabe, surfar sem preocupação, pois é isso que procuramos.
Assistam abaixo uma animação onde revela um duplo sentindo, demonstrando tal loucura e fascínio dos surfistas pelo mar a qualquer hora do dia e a utilização da metáfora para a aventura surpreendente que um livro pode ser.

Os não praticantes deste esporte tão especial não entendem o porque dele ser tão amado, apreciado e praticado. Pois nós somos impossibilitados de "explicar o inexplicável".
Mas aonde quero chegar definindo o surf desta maneira?
Usarei algumas palavras de Steve Pezman para responder:
"Antes dominado exclusivamente pela juventude, o surfe se expandiu além de todas as fronteiras, passou a ser promovido como esporte extremo, desafiando limites passados, e também envelheceu, amadureceu e se tornou aceito, ainda que de forma banalizada, como atividade popular da cultura ocidental."
Prosseguindo,
com este "up" no mundo do surf, vieram com ele alguns fatores negativos, e irei usar como exemplo o que mais me afeta e deixa indignada: O localismo mal aplicado. Esta hierarquia formada por certo grupo de surfistas em diversos locais que impõem tal subordinação exagerada e muitas vezes perdem a noção do bom senso, com atos de extrema violência e humilhação. Certo dia passei por um caso onde fui meramente agredida verbalmente, por disputar e estar na prioridade com um local. Sem mesmo respeitarem uma menina e o pai presente dentro d´água em um dia de marolas e crowd. Estragando completamente a harmonia e astral do pico e do dia.
Voltemos ao início do texto, tais atitudes coincidem com os fatores citados?
Acredito que possa existir um localismo saudável, que acabe tornando-se positivo para o esporte, onde respeitassem e organizassem os picos com precaução evitando acidentes, e acrescentando paz entre cada um no outside.
Sei que tudo e todos possuem seus lados positivos e negativos.
Mas espero, um dia quem sabe, surfar sem preocupação, pois é isso que procuramos.
Assistam abaixo uma animação onde revela um duplo sentindo, demonstrando tal loucura e fascínio dos surfistas pelo mar a qualquer hora do dia e a utilização da metáfora para a aventura surpreendente que um livro pode ser.
Much Better Now
(Muito Melhor Agora)
Fica aqui apenas um desabafo.
Aloha,
Jasmim Avelino